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Atividades interdisciplinares para facilitar aprendizagem

Professores se integram na busca por uma melhor compreensão dos conteúdos escolares.

Alunos e ex-alunos se envolvem com a música na FANCESF

Os professores Zevaldo Sousa, Elan Kilder e Naineide são os responsáveis pelo ensino de música no CESF.

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quinta-feira, 7 de abril de 2016

Alunos do CESF participam da 1ª Fase da Olimpíada Brasileira de Biologia

Os alunos do Centro Educacional "Simões Filho" participam nesta semana, dia 09 de abril (sábado) da Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB)

A Olimpíada tem o objetivo de ser um norte à qualidade do ensino biológico; fomentar o interesse em Biologia e principalmente estreita a ponte entre a Universidade e o Ensino Médio contribuindo para a divulgação de novas descobertas, a inclusão social e a aprendizagem científica dos alunos. 

Participam da ação estudantes de escolas públicas e privadas em que houver pelo menos um professor credenciado. Mais informações no site da Olimpíada ou pelo telefone 4005-9919.

"Esta é a primeira vez que o colégio participa da Olimpíada e os alunos do ensino médio estão muito animados. É uma oportunidade única de aprender, competir e conhecer novos lugares. Uma motivação a mais para o conhecimento." falou Zevaldo Sousa.

Os objetivos no âmbito das Ciências Biológicas:

  • Despertar o interesse do estudante pela Biologia, estimulando a apresentação de soluções criativas aos problemas propostos; 
  • Aproximar a universidade do ensino médio, antecipando a divulgação das inovações científico-tecnológicas ao estudante do ensino médio; 
  • Permitir que o estudante descubra a capacidade de crescimento intelectual, econômico e social; 
  • Promover intercâmbio de ideias e de experiências em salas de aula no território brasileiro e em eventos internacionais; 
  • Estabelecer relações amistosas entre os jovens de diferentes países, fomentando a cooperação entre os povos.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Abertas inscrições para 18ª Olimpíadas de Astronomia e Astronáutica



Ao observar o céu à noite, você fica curioso em como as estrelas e os planetas se formam? A origem das galáxias e os movimentos de cometas também te intrigam? Então, o seu lugar é na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), que chega à 18ª edição.

As inscrições já estão abertas. O prazo termina em 15 de março e os exames acontecem em fase única, no dia 15 de maio. A OBA é voltada a todos os estudantes dos ensinos fundamental e médio.

"O objetivo da olimpíada é levar a maior quantidade de informações sobre as ciências espaciais para a sala de aula, despertando o interesse nos jovens", diz o coordenador nacional do evento, o astrônomo João Batista Garcia Canalle.

Segundo ele, a iniciativa não tem a intenção de criar rivalidade entre escolas ou promover a competição entre cidades ou estados: "Queremos promover a disseminação dos conhecimentos básicos de forma lúdica e cooperativa entre professores e alunos, além de mantê-los atualizados".

Somando todas as edições, a OBA contabiliza mais 6 milhões de participantes. Em 2014, contou com a participação de 772.257 estudantes e distribuiu 43 mil medalhas, um aumento de 26% em relação à edição anterior. Foram 10.412 de ouro, 14.451 de prata e 17.693 de bronze.


Fases e classificações
A OBA é dividida em quatro níveis - os três primeiros são para alunos do ensino fundamental e o quarto, para os do ensino médio - e a prova é composta por dez perguntas, sendo sete de astronomia e três de astronáutica. A maioria das questões é de raciocínio lógico.

As medalhas serão distribuídas conforme a pontuação obtida. Os melhores classificados representarão o Brasil na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica e na Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica de 2016.

Os participantes desta edição também irão concorrer a vagas nas Jornadas Espaciais, que acontecem em São José dos Campos (SP) e em Natal (RN). Nelas, os estudantes recebem material didático e assistem a palestras de especialistas.

A OBA é coordenada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB). Desde 2009, a coordenação da olimpíada organiza os Encontros Regionais de Ensino de Astronomia (Ereas), sendo que são promovidos entre 10 e 12 encontros por ano. O programa é realizado com parcerias locais e com recursos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI).

Fonte: A Tarde