CESF - 60 anos de muito patriotismo!
Clique aqui e veja as fotos dos eventos do nosso colégio no perfil do FACEBOOK
NOVO: Sistema Acadêmico é implantado no CESF
Acesse e confira informações sobre seu filho: cesfmaragogipe.wpensar.com.br
A Família CESF aguarda seu filho!
Aqui você encontrará muita interação no CESFolia, no CESForró, nas Semanas do Meio Ambiente, do Estudante e nas Feiras.
Atividades interdisciplinares para facilitar aprendizagem
Professores se integram na busca por uma melhor compreensão dos conteúdos escolares.
Alunos e ex-alunos se envolvem com a música na FANCESF
Os professores Zevaldo Sousa, Elan Kilder e Naineide são os responsáveis pelo ensino de música no CESF.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
6ª Noite: 20/08 - quarta-feira
Tema: O Verdadeiro Evangelho
Pregador Mons. Gaspar Sadoc da Natividade
Colaboradores - Centro Educacional "Simões Filho", Loja Maçonica Acácia do Paraguaçú.
Homenageada- Irmandade da Santa Casa de Misercórdia de Maragogipe
Participação Especial: Sociedade Litero Musical Minerva Cachoeirana - Cachoeira - Bahia
Ver Completa: Blog do Zevaldo
quarta-feira, 2 de julho de 2008
2 de julho - Independência da Bahia
A comemoração do dia 2 de Julho é uma celebração às tropas do Exército e da Marinha Brasileira que, através de muitas lutas, conseguiram a separação definitiva do Brasil do domínio de Portugal, em 1823. Neste dia as tropas brasileiras entraram na cidade de Salvador, que era ocupada pelo exército português, tomando a cidade de volta e consolidando a vitória.
Esta é uma data máxima para a Bahia e uma das mais importantes para a nação, já que, mesmo com a declaração de independente, em 1822, o Brasil ainda precisava se livrar das tropas portuguesas que persistiam em continuar em algumas províncias. Então, pela sua importância, principalmente para os baianos, todos os anos a Bahia celebra o 2 de Julho. Tropas militares relembram a entrada do Exército na cidade e uma série de homenagens são feitas aos combatentes.
Entre todas as comemorações, a do ano de 1849 teve um convidado muito especial. O marechal Pedro Labatut, que liderou a tropas brasileiras nas primeiras ofensivas ao Exército Português, participou do desfile, já bastante debilitado e sem recursos financeiros, mas com a felicidade de homenagear as tropas das quais fez parte.
Para chegar a este dia, muita luta foi travada...
O Brasil do início do século XVIII ainda era dominado por Portugal, enquanto o Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas Gerais e a Bahia continuavam lutando pela independência. As províncias não suportavam mais a situação e, percebendo os privilégios que o Rio de Janeiro estava recebendo por ser a capital, Pernambuco e Bahia resolveram se rebelar.
Recife deu início a uma revolução anti-colonial em 6 de março de 1817. Esta revolução tinha uma ligação com a Bahia, já que havia grupos conspiradores compostos por militares, proprietários de engenhos, trabalhadores liberais e comerciantes. Ao saber desta movimentação, o então governador da Bahia, D. Marcos de Noronha e Brito advertiu alguns deles pessoalmente.
O governo estava em cima dos conspiradores e, devido à violenta série de assassinatos, muito baianos resolveram desistir. Com toda esta repressão, a revolução de Recife acabou sendo derrotada. Os presos pernambucanos foram trazidos para a Bahia, sendo muitos fuzilados no Campo da Pólvora ou presos na prisão de Aljube, onde grande personagens baianos também estavam presos.
Movimentação pela independência:
Diante das insatisfações, começaram as guerras pela independência. Os oficiais militares e civis baianos passaram a restringir a Junta Provisória do Governo da Bahia, que ditava as ordens na época, e com esta atitude foi formado um grupo conspirativo que realizou a manifestação de 3 de Novembro de 1821.
Esta manifestação exigia o fim da Junta Provisória, mas foi impedida pela "Legião Constitucional Lusitana", ordenada pelo coronel Francisco de Paula e Oliveira. Os dias se passaram e os conflitos continuavam intensos. Muitos brasileiros morreram em combate.
Força portuguesa:
No dia 31 de Janeiro de 1822 a Junta Provisória foi modificada. E depois de alguns dias, chegou de Portugal um decreto que nomeava o brigadeiro português, Ignácio Luiz Madeira de Mello, o novo governador de Armas.
Os oficias brasileiros não aceitavam esta imposição, pois este decreto teria que passar primeiro pela Câmara Municipal. Houve, então, forte resistência que envolveu muitos civis e militares.
Madeira de Mello não perdeu tempo e colocou as tropas portuguesas em prontidão, declarando que iria tomar posse. No dia 19 de fevereiro, os portugueses começaram a invadir quartéis, o forte São Pedro, inclusive o convento da Lapa, onde haviam alguns soldados brasileiros. Neste episódio, a abadessa Sónor Joana Angélica tentou impedir a entrada das tropas, mas acabou sendo morta.
Concluída a ocupação militar portuguesa em Salvador, Madeira de Mello fortaleceu as ligações entre a Bahia e Portugal. Assim a cidade recebeu novas tropas portuguesas e muitas famílias baianas fugiram para as cidades do recôncavo.
Contra-ataque brasileiro:
No recôncavo, houve outras lutas para a independência das cidades e o fortalecimento do exército brasileiro. O coronel Joaquim Pires de Carvalho reuniu todo seu armamento e tropas e entregou o comando ao general Pedro Labatut. Este, assim que assumiu, intimidou Madeira de Mello.
Labatut organizou todo seu exército em duas brigadas e iniciou uma série de providências. Aos poucos o exército brasileiro veio conquistando novos territórios até chegar próximo a cidade de Salvador.
Madeira de Mello recebeu novas tropas de Portugal e pretendia fechar o cerco pela ilha de Itaparica e Barra do Paraguaçu. Esta atitude preocupava os brasileiros, mas os movimentos de defesa do território cresciam. E foi na defesa da Barra do Paraguaçu que Maria Quitéria de Jesus Medeiros se destacou, uma corajosa mulher que vestiu as fardas de soldado do batalhão de "Voluntários do Príncipe" e lutou em defesa do Brasil.
Em maio de 1823, Labatut, em uma demostração de autoridade, ordenou prisões de oficiais brasileiros, mesmo sendo avisado do erro que estava cometendo, e acabou sendo cassado do comando e preso. O coronel José Joaquim de Lima e Silva assumiu o comando geral do Exército e no dia 3 de Junho ordenou uma grande ofensiva contra os portugueses. Com a força da Marinha Brasileira, o coronel apertou o cerco contra a cidade de Salvador, que estava sob domínio português, restringindo o abastecimento de materiais de primeira necessidade. Diante destes fortes ataques e das necessidades que estavam passando, Madeira de Mello enviou apelos e acabou se rendendo. Com a vitória, o Exército Brasileiro entrou em Salvador consolidando a retomada da cidade e fim da ocupação portuguesa no Brasil.
- Todos os direitos reservados à Rede Bahia
domingo, 29 de junho de 2008
29 de junho - Dia de São Pedro
São Pedro, o Apóstolo e o pescador do lago de Genezareth, cativa seus devotos pela história pessoal. Homem de origem humilde, ele foi Apóstolo de Cristo e depois encarregado de fundar a Igreja Católica, tendo sido seu primeiro Papa.
Considerado o protetor das viúvas e dos pescadores, São Pedro é festejado no dia 29 de junho, com a realização de grandes procissões marítimas em várias cidades do Brasil. Em terra, os fogos e o pau-de-sebo são as principais atrações de sua festa.
Depois de sua morte, São Pedro, segundo a tradição católica, foi nomeado chaveiro do céu. Assim, para entrar no paraíso, é necessário que o santo abra suas portas. Também lhe é atribuída a responsabilidade de fazer chover. Quando começa a trovejar, e as crianças choram com medo, é costume acalmá-las, dizendo: "É a barriga de São Pedro que está roncando" ou "ele está mudando os móveis de lugar".
No dia de São Pedro, todos os que receberam seu nome devem acender fogueiras na porta de suas casas. Além disso, se alguém amarrar uma fita no braço de alguém chamado Pedro, ele tem a obrigação de dar um presente ou pagar uma bebida àquele que o amarrou, em homenagem ao santo.
Acalanto de São Pedro - registrado em Cunha (São Paulo):
Acordei de madrugada,
fui varrê a Conceição.
Encontrei Nossa Senhora
com dois livrinhos na mão.
Eu pedi um pra ela,
ela me disse que não;
eu tornei a lhe pedir,
ela me deu um cordão.
Numa ponta tinha São Pedro,
na outra tinha São João,
no meio tinha um letreiro
da Virgem da Conceição.
A festa de São Pedro
Em homenagem ao santo, acendem-se fogueiras, erguem-se mastros com sua bandeira e queimam-se fogos; porém, a noite de 29 de junho não é tão empolgante quanto a animação verificada na festa de São João.
Também se fazem procissões terrestres, organizadas pelas viúvas, e fluviais, pois, como vimos, São Pedro é o protetor dos pescadores e das viúvas. Em várias regiões do Brasil, a brincadeira mais comum na festa é a do pau-de-sebo.
Embora São Paulo também seja homenageado em 29 de junho, ele não é figura de destaque nas festividades desse mês.
http://www.velhosamigos.com.br/index_nova.html
terça-feira, 24 de junho de 2008
24 de junho - Dia de São João
É usualmente representado pela figura de um menino com um cordeiro no colo, já que teria sido ele quem anunciou aos homens a chegada do cordeiro de Deus.
ORIGEM DA FOGUEIRA
Representada com a base redonda e em formato de pirâmide
Desde os tempos pagãos, a data é comemorada com fogueira, dança, música e muita comida.
Somente no século VI, o catolicismo passou a associar esta celebração ao aniversário de São João.
Para os católicos, a fogueira teve origem num trato entre Isabel, a mãe de João, e sua prima Maria, a mãe de Jesus. Ficou combinado que Isabel deveria acender uma fogueira sobre um monte para avisar Maria sobre o nascimento do menino. Este seria o sinal para receber sua visita e seu auxílio após o parto.
A LENDA DAS BOMBAS DE SÃO JOÃO
Antes de São João nascer, seu pai, São Zacarias, andava muito triste por não ter filhos. Certa vez, um anjo de asas coloridas, envolto em uma luz misteriosa, apareceu à frente de Zacarias e anunciou que ele seria pai.
A alegria de Zacarias foi tão grande que ele perdeu a voz desse momento em diante. No dia do nascimento do filho, perguntaram a Zacarias como a criança se chamaria. Fazendo um grande esforço, ele respondeu "João" e a partir daí recuperou a voz. Todos fizeram um barulhão enorme. Eram vivas para todos os lados.
Vem daí o costume de soltar as bombinhas, tão apreciadas pelas crianças, durante os festejos juninos.
http://www.velhosamigos.com.br/index_nova.html
sexta-feira, 13 de junho de 2008
13 de junho - Dia de Santo Antonio
Nasceu em Lisboa, em agosto de 1195, batizado com o nome de Fernando de Bulhões. Aos 15 anos, entrou para um convento agostiniano e, em 1220, trocou o nome para Antônio, ingressando na Ordem Franciscana. Lecionou Teologia em várias universidades européias e morreu em 13 de junho de 1231, a caminho de Pádua, na Itália.
Padroeiro dos pobres e considerado o santo casamenteiro, também é invocado por pessoas que queiram encontrar objetos desaparecidos.
Fogueira: representada na forma de um quadrado.
SIMPATIAS
A simpatia nada mais é do que um ritual para concentrar a energia, pois é sabido que, apenas com um pensamento negativo, poderemos prejudicar qualquer forma da criação e, principalmente, a nós mesmos, com a somatização de doenças.
- Simpatia para Reconciliação
Acenda duas velas, uma rosa e outra azul, unidas com uma linha branca e ofereça para a Corrente dos Anjos da Reconciliação, pedindo que desfaça o mal-entendido e que traga novamente a harmonia na relação, desde que seja para o bem de ambos.
- Simpatias para quem está só
1) Abrir a porta da frente da casa para que Santo Antônio permita a entrada de alguém especial em sua vida, dizendo: “Santo Antônio, protetor dos enamorados, faça chegar até mim aquele que anda sozinho e que em minha companhia será feliz”.
Fonte: Velhos Amigos - O site da Maioridade
quinta-feira, 12 de junho de 2008
12 de junho - Origem do Dia dos Namorados
O Dia dos Namorados foi introduzido no Brasil, em 1950, pelo publicitário João Dória, quando ele criou um slogan de apelo comercial que dizia "não é só com beijos que se prova o amor".
A intenção de Dória era criar o equivalente brasileiro ao Valentine's Day - o Dia dos Namorados - comemorado nos Estados Unidos em fevereiro.
É provável que o dia 12 de junho tenha sido a data escolhida porque representa uma época pobre em festas comemorativas que alavanquem as vendas do comércio de presentes. A idéia funcionou tão bem para os comerciantes que, desde aquela época, o Brasil inteiro comemora anualmente a data.
Em quase todo o mundo ocidental, principalmente no Hemisfério Norte, o dia consagrado aos namorados é 14 de fevereiro, o "Dia de São Valentim", ou "Valentine´s Day", celebrado desde o século 19.
São Valentino foi um padre martirizado em Roma, no ano 270 d.C. A ligação de seu nome aos namorados deve-se ao fato de a data coincidir com o dia de um antigo Festival da Fertilidade. O evento, uma festa pagã, era realizado na Antiga Roma.
Lá, dedicava-se o dia aos deuses Lupercus e Juno, protetores dos casais. A troca de presentes entre os namorados já era um hábito naquele tempo.
Pesquisa no site: servicos.jcruzeiro.com.br
quarta-feira, 11 de junho de 2008
11 de junho - Batalha Naval do Riachuelo
Assim foi travada a Batalha Naval do Riachuelo. Depois, o avanço pelos rios Paraná e Paraguai, apoiando a marcha do Exército, foi conduzido com os encouraçados fluviais, que eram atacados por centenas de canhões assestados nas barrancas e fortalezas; e pelas bogarantes, canoas repletas de guerreiros guaranis, que abordavam os navios brasileiros e travavam lutas de arma branca nos conveses, até serem expulsos.
Os problemas de manutenção do material - moderno, para a época -, e a resistência física das guarnições, encerradas em compartimentos de ferro, por meses seguidos, em clima tropical, constituíam dificuldades adicionais para a força naval. As baixas por moléstias superavam as devidas à ação inimiga.
Além de Riachuelo, a vitória final das armas brasileiras deve muito ao forçamento de perigosas passagens, como Curupaiti e Humaitá.
Finda a Guerra do Paraguai, houve um interregno de paz, lamentavelmente interrompido por agitações políticas.
A Marinha entrou novamente em combate em 1918, quando a campanha submarina alemã, na 1a. Grande Guerra, atingiu nossos mercantes, em razão do que assumimos o compromisso de enviar uma força naval para patrulhar a costa africana, entre Dakar e Gibraltar.
A Divisão Naval em Operações de Guerra - DNOG - composta por dois cruzadores, quatro contratorpedeiros, um tender e um rebocador, partiu em julho de 1918. Os maiores inimigos que enfrentou, além de um submarino nas proximidades de Freetown, foram as dificuldades marinheiras para abastecer os navios com carvão, em alto-mar, e a gripe espanhola, que grassou em Dakar e transformou a operação em tragédia, com tripulações inteiras atacadas simultaneamente, enquanto as patrulhas prosseguiam. A moléstia fez 176 vítimas mortais.
A 2ª Guerra Mundial encontrou a Marinha em situação material bastante precária, devido ao abandono a que fora relegada pelos governos. Assim, quando o submarino alemão U 307, na noite de 21 para 22 de agosto de 1942, nas costas de Sergipe, afundou cinco mercantes, com a perda de 607 passageiros, tínhamos muito pouco com que enfrentar o inimigo que ameaçava nossas linhas de navegação. Mas, com enorme esforço e com o auxílio norte-americano, em pouco tempo dispúnhamos de uma frota anti-subma-rinos bem equipada e aguerrida.
Nossa principal tarefa foi a de garantir a proteção dos comboios que trafegavam entre Trinidad, no Caribe, e Florianópolis, em nosso litoral sul. Foram eles 574, formados por 3.164 mercantes, dos quais, apenas três foram afundados. E não porque não houvesse submarinos. Dezesseis deles foram destruídos no Atlântico Sul, muitos por aviões, depois de avariados por ataques de unidades de superfície. Documentos alemães confirmam que realizamos 66 ataques contra seus submarinos.
Coube, ainda, à Marinha, a escolta do transporte da FEB até Gibraltar e o patrulhamento oceânico contra os furadores de bloqueio, navios que traziam mercadorias do Oriente para a Alemanha.
A Marinha envolveu-se nesse conflito por mais tempo do que o próprio país, uma vez que sua participação se iniciou em outubro de 1941, com o posicionamento da Corveta Camaquã, em patrulha, no litoral do Nordeste e só terminou alguns meses após o fim da guerra, depois de assegurado que o Atlântico Sul estava efetivamente livre de submarinos desinformados quanto ao término do conflito.
Em quatro anos de intenso trabalho, a Marinha perdeu 500 dos sete mil homens que manteve no mar. Nos 50 anos que se seguiram à Guerra Mundial, a evolução não cessou, apesar das dificuldades orçamentárias e, por vezes, incompreensões.
Hoje, bem equipada, no que tange à qualidade, a Marinha desempenha o papel reservado do Poder Naval em tempo de paz, funcionando como elemento dissuasor ao estabelecer um custo elevado a eventuais opções militares de adversários em potencial, respaldando a ação política do governo no campo das relações internacionais e mantendo-se atualizada, pronta a se expandir quando necessário.
Pesquisa: www.mar.mil.br/Marinha_do_Brasil/menu_historia.htm
terça-feira, 10 de junho de 2008
Dia de “Camões” …O “dia da Lingua Portuguesa” … outra miragem no futuro
Calculo que “Camões” já terá as malas feitas para emigrar…e os impulsionadores dos tratados até hoje…contentes com a sua saída…
O ”10 de Junho”, o ”Dia da Lingua Portuguesa” Dia de Camões e Dia de Portugal…foi politicamente negociado, sem pensar no futuro de Portugal nem do Brasil.
É Portugal e os seus ilumidados …Camões não mereces o POVO que tens, que te deixa por tão pouco…
Tudo indica que o teu dia se “esfumará” dentro de anos, assim como PORTUGAL…
O dia da Lingua Portuguesa o dia 5 de Novembro…
Claro que sem “CAMÔES” mas com “Rui Barbosa” (o grande defensor da Lingua Portuguesa…)
Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) -, segundo o seus detractores, que decidiu instituir o 5 de Novembro como o “Dia Nacional da Língua Portuguesa” em homenagem a Rui Barbosa, um grande defensor da Língua e grande académico brasileiro.
Entretanto…já em 2006:
O portal cabo-verdiano “recordava que até há pouco o 10 de Junho além de ser o Dia de Portugal, era-o, também, o de Camões e da Língua Portuguesa, comummente aceite não só em Portugal como nos Palopianos “…/…
Retirado de www.salteadoresdaarca.com
Anarriê - Rodrigo Silva
Chegou novamente o mês de junho, um dos que mais gosto, e por um motivo bem específico: é o mês das festas de Santo Antonio, São Pedro e São João.
Depois do carnaval o São João é a festa popular mais importante para a cultura - ou culturas brasileiras -, maior até mesmo do que o Natal e o Ano Novo.
Nas grandes cidades do centro-sul do país se perdeu parcialmente a dimensão da importância das Festas Juninas, mas basta sair do eixo Rio-São paulo para que comece a se perceber o quão importante para os brasileiros são essas festas de santos católicos.
Não há cidade do interior que se preze, paróquia que faça jus ao nome que não tenha lá sua quermesse com barraca de comida, quadrilha, quentão, vinho quente, muita coisa de milho, bandeirinha, rojão e bandeira do santo do dia.
Herdamos essa tradição dos portugueses, eles próprios entusiastas das festas de santo católico. Aqui as festas ganharam sua cara própria, se tornaram brasileiras, em cada região do país com sua cara específica: no nordeste de um jeito, no interior caipira de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro outros. Mas sempre em homenagem aos três santinhos.
São João é o Batista, primo mais velho de Jesus Cristo, não o evangelista, o apóstolo, que é comemorado em 27 de dezembro, no mesmo dia, aliás, que este que vos fala. São Pedro é o pescador mesmo, aquele sobre o qual Cristo disse que se edificaria sua Igreja. Por fim, Santo Antonio, o casamenteiro, esse, certamente, o mais curioso.
Santo Antonio se tornou Santo casamenteiro porque nasceu numa cidade onde havia um templo dedicado a uma antiga deusa dos romanos, Ceres, deusa da fertilidade. No vai e vem do catolicismo misturaram a figura do frei franciscano Antonio com os atributos da deusa dos latinos, disso deu Santo Antonio padroeiro das moças casadoiras.
Mas a festa, festa mesmo vem de muito antes.
As origens das festas juninas remontam um passado distante, imemorial, das tribos que habitavam a antiga Europa, há milhares de anos.
Essas tribos comemoravam vários momentos do ano solar, mas, principalmente, o inicio do inverno e o fim deste. No norte do planeta as estações são muito mais marcadas do que para nós, inverno é inverno mesmo: pouco sol, pouca comida, pouco transito de homens e animas. A natureza dorme (inclusive o mito de Perséfone e Hades, dos antigos romanos, diz respeito a isso. Casada contra a vontade da mãe, a deusa Ceres - da fertilidade -, Persefone foi morar com Hades, o deus das profundesas da terra. Em retaliação, Ceres se retirou do mundo e a terra mergulhou num longo inverno. Os deuses interferiram e ela retrocedeu. Então, todos os anos, Perséfone passava metade do ano com sua mãe, que feliz fazia a natureza florescer. Na outra metdade descia ao Ínfero, para co-habitar com Hades, período no qual sua mãe mergulhava numa profunda tristeza, levando a terra consigo em direção ao período invernal).
Essa idéia seminal dos dois grandes períodos do ano marcavam as culturas européias pré-cristãs. E comemorava-se estes períodos de recolhimento e de florescimento.
Erguiam-se grandes fogueiras e se alimentavam em lembrança e honra da fertilidade da Terra. Preparavam-se para um período muito difícil.
Esatas festas primitivas foram cristianizadas durante a Idade Média pelos freis e padres cristãos, missionários em terras das antigas tradições.
O curioso é que, embora as festas tenham recebido uma capa cristã, elas mantiveram sua essência. Quando chegaram as Américas, essas festas rapidamente assimilaram elementos dos povos indígenas daqui, os quais também possuiam seus ritos de fertilidade.
O fato de tanta comida de milho ser servida nas festas juninas é prova disso. O milho é alimento sagrado para os indígenas americanos e símbolo solar da fertilidade em diversas culturas indígenas americanas.
Outros tantos elementos ancestrais também se encontram nas festas juninas, mas o essencial está posto. No mais é botar sua roupa, seu chapéu de palha e procurar uma boa festa, para tomar seu quentão acompanhado de pipoca ou uma brilhante espiga de milho.
Retirada do Bloga Indiana Silva















